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o início do ano chega sempre com um certo ruído. expectativas, resoluções, listas invisíveis do que já devia estar a acontecer. e eu, estou aqui. num modo de urso. não a dormir, mas também não pronta para sair da caverna.

Nos últimos dias, através do corpo e do movimento, dei-me conta de duas formas muito diferentes de viver a liberdade: a liberdade zangada e a liberdade com chão.

Mesmo nos momentos de desespero, tédio ou ansiedade,
carrego dentro de mim uma verdade silenciosa —
a capacidade de escolher.

Há momentos em que ir à terapia parece demais. Quando preferias ficar em casa e silenciar tudo aquilo que te pede para sentir.
Esses momentos são familiares — e, muitas vezes, é precisamente neles que o verdadeiro trabalho começa.

"If we opened people up, we'd find landscapes. If we opened me up, we'd find beaches